Momento especial...
Paz
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
domingo, 18 de outubro de 2009
Em suave comunhão...
sábado, 17 de outubro de 2009
De fato muito muito forte...

O CONVITE
Não me interessa o que você faz para viver. Quero saber o que você deseja ardentemente, e se você se atreve a sonhar em encontrar os desejos do seu coração.
Não me interessa quantos anos você tem. Quero saber se você se arriscaria a aparentar que é um tolo por amor, por seus sonhos, pela aventura de estar vivo. Não me interessa quais os planetas que estão em quadratura com a sua lua. Quero saber se você tocou o centro de sua própria tristeza, se você se tornou mais aberto por causa das traições da vida, ou se tornou murcho e fechado por medo das futuras mágoas.
Quero saber se você pode sentar-se com a dor, minha ou sua, sem se mexer para escondê-la, tentar diminuí-la ou tratá-la. Quero saber se você pode conviver com a alegria, minha ou sua, se você pode dançar loucamente e deixar que o êxtase tome conta de você dos pés à cabeça, sem a cautela de ser cuidadoso, de ser realista ou de lembrar das limitações de ser humano.
Não me interessa se a história que você está contando é verdadeira. Quero saber se você pode desapontar alguém para ser verdadeiro com você mesmo; se você pode suportar acusações de traição e não trair sua própria alma. Quero saber se você pode ser leal, e portanto, confiável.
Quero saber se você pode ver a beleza mesmo quando o que vê não seja bonito todos os dias, e se você pode buscar a fonte de sua vida da presença de Deus. Quero saber se você pode conviver com o fracasso, seu e meu, e ainda postar-se à beira de um lago e gritar à lua cheia prateada: "Sim!
Não me interessa saber onde mora e quanto dinheiro você tem. Quero saber se você pode levantar depois de uma noite de tristeza e desespero, cansado e machucado até os ossos e fazer o que tem que ser feito para as crianças.
Não me interessa quem você é, como chegou até aqui. Quero saber se você vai se postar no meio do fogo comigo e não vai se encolher.
Não me interessa onde ou o que ou com quem você estudou. Quero saber o que o segura por dentro quando tudo o mais fracassa. Quero saber se você pode ficar só consigo mesmo e se você verdadeiramente gosta da companhia que consegue nos momentos vazios .
Oriah Mountain Dreamer
domingo, 11 de outubro de 2009
Jóia no Garimpo...

AMAR
Que pode uma criatura senão,
senão entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o áspero,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina.
Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.
Carlos Drummond de Andrade
Con-tra-di-ção
Garimpo...
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Orquideas e Girassóis
Amo as flores, mas as orquídeas...ah são muito belas.
Suas flores variam em diversas nuanças, tamanhos, perfumes e... Beleza!
É uma planta muito forte, vencendo todas as intempéries desde que tenha um tempo razoável de aclimatação...mesmo assim, perdura com vida até por dias jogados em pisos de pedras, madeiras, cimento e análogos, parecendo que em seu interior, em simbiose, desfilam a vida e a sobrevivência orquestradas com a esperança de um porvirnum xaxim, tronco podre de madeira ou... Um orquidário!Não gosto de gaiolas para pássaros, nem cativeiro para os animais...não vejo graça em zoológicos.Porém para a orquídea um lugar reservado só pra ela...seria como um tributo a sua natureza tão linda.
Ah amo também os girassóis...campos de girassóis aprendi a amá-los...
sábado, 3 de outubro de 2009
Da Música...

Foto : Gibran aos 13 anos...
Sentei-me ao pé daquela que meu coração ama, e ouvi suas palavras. Minha alma começou a vaguear pelos espaços infinitos onde o universo aparecia como um sonho, e o corpo como uma prisão acanhada.
A voz encantadora de minha Amada penetrou em meu coração.
Isto é música, amigos, pois eu a ouvi através dos suspiros daquela que amo, e pelas palavras balbuciadas por seus lábios.
Com os olhos de meus ouvidos, vi o coração de minha Amada.
Meus amigos: a Música é a linguagem dos espíritos. Sua melodia é como uma brisa saltitante que faz nossas cordas estremecerem de amor. Quando os dedos suaves da música tocam à porta de nossos sentimentos, acordam lembranças que há muito jaziam escondidas nas profundezas do Passado. Os acordes tristes da Música trazem-nos dolorosas recordações; e seus acordes suaves nos trazem alegres lembranças. A sonoridade de suas cordas faz-nos chorar à partida de um ente querido ou nos faz sorrir diante da paz que Deus nos concedeu.
A alma da Música nasce do espírito e sua mensagem brota do Coração.
Quando Deus criou o Homem, deu-lhe a Música como uma linguagem diferente de todas as outras. Mesmo em seu primarismo, o homem primitivo curvou-se à glória da música; ela envolveu os corações dos reis e os elevou além de seus tronos.
Nossas almas são como flores tenras à mercê dos ventos do Destino. Elas tremulam à brisa da manhã e curvam as cabeças sob o orvalho cadente do céu.
A canção dos pássaros desperta o Homem de sua insensibilidade, e o convida a participar dos salmos de glória à Sabedoria Eterna, que criou a melodia de suas notas.
Tal música nos faz perguntar a nós mesmos o significado dos mistérios contidos nos velhos livros.
Gibran Kahlil Gibran
terça-feira, 29 de setembro de 2009
domingo, 27 de setembro de 2009
Amo-te...Simples assim....

O amor construido...de coisas simples
de cotidiano e de teias tecidas pelos
minutos e segundos que unidos transformam-se
em mil anos - milênios
Cultivando o bom humor - o rir-se de si mesmo
Não existe arma mais desarmadora...
E existe ainda poesia e amor/romance no dia a dia a dia
Olhar os aviões no aeroporto...
Cozinhar um risoto agri-docemente
Ver videos ler livros...
Existe muita sabedoria na simplicidade
"Que ninguém se engane...só se consegue a simplicidade
depois de muito trabalho"
Clarice Lispector
"Tudo deveria se tornar o mais simples possível, mas não simplificado"
Albert Einstein
"O problema é que quero muitas
coisas simples,
então pareço exigente."
Fernanda Young
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
sábado, 12 de setembro de 2009
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Desejos do Amor - Khalil Gibran

O amor não tem outro desejo senão o de atingir a sua plenitude.
Se, contudo, amar é precisar ter desejos, sejam estes os vossos desejos:
de se diluir no amor e ser como um riacho que canta sua melodia para a noite...
de conhecer a dor de sentir ternura demasiada...
de ficar ferido por vossa própria compreensão do amor ...
de sangrar de boa vontade e com alegria...
de acordar na aurora com o coração alado e agradecer por um novo dia de amor...
de descansar ao meio-dia e meditar sobre o êxtase do amor...
de voltar para casa a noite com gratidão ...
e de adormecer com uma prece no coração para o bem-amado, e nos lábios uma canção de bem aventurança ...
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
sábado, 29 de agosto de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
sábado, 15 de agosto de 2009
domingo, 2 de agosto de 2009
sexta-feira, 31 de julho de 2009
terça-feira, 21 de julho de 2009
Possibilidades...
Sou romântica...gosto dos romances doces...
e como diz minha poetisa Wyslaia - num poema que postei aqui... porque é um dos meus favoritos - gosto de muitas outras possibilidades, algumasex-ponho outras ficam guardadas
e outras às vezes saem para passear.
Gosto do livro de Rute...gosto da saga desta mulher.
Bem e onde está o romance em Rute?
Está nos Sonhos de Deus para aquela mulher.
Eu gosto de acreditar que Boaz era um homem de caráter, um homem forte,
justo - e que ao mesmo tempo ia saber dar todo amor para Rute no fim de toda aquela improvável história...estrangeira...viuvez...parentescos...
" Salmon gerou a Boaz...Boaz gerou a Obede...Obede gerou a Jessé...Jessé gerou a Davi"
e como diz minha poetisa Wyslaia - num poema que postei aqui... porque é um dos meus favoritos - gosto de muitas outras possibilidades, algumasex-ponho outras ficam guardadas
e outras às vezes saem para passear.
Gosto do livro de Rute...gosto da saga desta mulher.
Bem e onde está o romance em Rute?
Está nos Sonhos de Deus para aquela mulher.
Eu gosto de acreditar que Boaz era um homem de caráter, um homem forte,
justo - e que ao mesmo tempo ia saber dar todo amor para Rute no fim de toda aquela improvável história...estrangeira...viuvez...parentescos...
" Salmon gerou a Boaz...Boaz gerou a Obede...Obede gerou a Jessé...Jessé gerou a Davi"
domingo, 19 de julho de 2009
Sou feito de acordes...


Gravuras: Jorge Bandeira
Sou feito de acordes
Lamento os outros
Que de pegadas são ionizados...
Hoje sou de acordes feito
Vividos ou simples projetos
Me emocionam estas pautas
Que diante dos meus olhos tremem
E se torcem em imprecisão
Hoje não apagarei nada
Será o nada
Que molhará meus acordes
Acordando-os...
(adaptado)
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Poema - Cazuza

Eu hoje tive um pesadelo
E levantei atento, a tempo
Eu acordei com medo
E procurei no escuro
Alguém com o seu carinho
E lembrei de um tempo
E levantei atento, a tempo
Eu acordei com medo
E procurei no escuro
Alguém com o seu carinho
E lembrei de um tempo
Porque o passado me traz uma lembrança
Do tempo que eu era ainda criança
E o medo era motivo de choro
Desculpa pra um abraço ou consolo
Hoje eu acordei com medo
Mas não chorei, nem reclamei abrigo
Do escuro, eu via o infinito
Sem presente, passado ou futuro
Senti um abraço forte, já não era medo
Era uma coisa sua que ficou em mim
E que não tem fim
De repente, a gente vê que perdeu
Ou está perdendo alguma coisa
Morna e ingênua que vai ficando no caminho
Que é escuro e frio, mas também bonito porque é iluminado
Pela
beleza do que aconteceu há minutos atrás
Do tempo que eu era ainda criança
E o medo era motivo de choro
Desculpa pra um abraço ou consolo
Hoje eu acordei com medo
Mas não chorei, nem reclamei abrigo
Do escuro, eu via o infinito
Sem presente, passado ou futuro
Senti um abraço forte, já não era medo
Era uma coisa sua que ficou em mim
E que não tem fim
De repente, a gente vê que perdeu
Ou está perdendo alguma coisa
Morna e ingênua que vai ficando no caminho
Que é escuro e frio, mas também bonito porque é iluminado
Pela
beleza do que aconteceu há minutos atrás domingo, 5 de julho de 2009


Distância não é ausência
Distância não é estar distante...
Distância não é tristeza nem angústia
Distância é um conceito geográfico
Distância é um conceito físico
Espaço que separa fisicamente as pessoas
Apenas isto...
A distância anula-se com um telefonema
Com ternura,
Com carinho,
A distância desaparece com o gesto,
com a intenção...
A distância separa corpos mas não separa corações
Não adoece o Sentimento
Não alimenta o desespero
Não há longe nem distância
Quando de fato se quer amar
Quando os limites não limitam
os Sentidos e os Sentimentos...
DM
sábado, 4 de julho de 2009






Sentada na escada da varanda
Vejo nossas roupas tremulando ao vento
Penso no pouco necessário à felicidade
E os varais me trazem um certo alento
O sol da manhã que aquece
O vento frio que estremece
Uma caneca de chá quentinho
E as memórias que vêm de mansinho
Olho todo este cenário
Envolta em uma paz absurda
Como se o mundo existisse aqui somente
E nada mais pudesse abalar a minha mente
Varais contam histórias
De almas por nós capturadas
Observando-os conhecemos as vidas
Cujas roupas neles estão penduradas
Há varais que mostram casas pobres
Outros cheios de cheiro de neném
Alguns são extremamente ecléticos
Uns que denunciam a profissão de alguém
Entre todos porém nenhum há
De mais triste que um varal vazio
Nele a esperança não resistirá
E esta visão me causa um calafrio
Sem deixarmos-nos vencer pelo “talvez”
Certo enfim que vivemos para amar
Certo enfim que vivemos para amar
E o que essencialmente necessitamos?
Sem sombra de dúvida – o ar.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Celular...
domingo, 28 de junho de 2009
Microconto junino
Festa Junina no colégio... Ela
Cumprindo missão...
Ele
Como foi lá?
Ela
O mesmo, quadrilha, pescaria...aqueles brindes inúteis/fúteis que eles adoram
-humm - saquinho com soldadinhos, bichos da fazenda...bola de plástico...mas todos felizes.
Ele
Ah... não menospreze o inventário do pequeno... eu adoraria ir aí brincar com os soldadinhos e com os bixos de plástico....hunf... (adultos chatos!)
Ah... não menospreze o inventário do pequeno... eu adoraria ir aí brincar com os soldadinhos e com os bixos de plástico....hunf... (adultos chatos!)
Ela sorri pros brinquedinhos e pro pequeno
Suspira
E brinca com o pequeno como se estivessem a 3
Outros girassóis

Vejo ao longe os sorrisos dos girassóis
Parecem esperar que os visitem
Seus olhos cor de amêndoa doce e alegre
transmitem a doçura dos iluminados inquietos,
Suspensos assim do mundo ...
Mas ao mesmo tempo parte dele
E o vento sopra palavras de incentivo
Eles abanam numa dança de coreografia ensaiada
O quadro nos transmite perfeita harmonia
Se pudessemos olhar lá do céu num voo planado
Veriamos suas ondas de reciprocidade...quase sem noção
De quem as vê, de quem as sente
E o sonho nasce...
Depois de adormecermos num recanto de relva verde
Fixados no azul...do céu e na espera...
Este é o nosso segredo
Esta é a nossa forma de conseguirmos viver...
Projetando nos olhares felizes dos girassóis
Nossos melhores dias que virão...
D.M.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Soneto XLIV - Sábras que no te amo y que te amo

Saberás que não te amo e que te amo
posto que de dois modos é a vida,
a palavra é uma asa do silêncio,
o fogo tem uma metade de frio.
Eu te amo para começar a amar-te,
para recomeçar o infinito
e para não deixar de amar-te nunca:
por isso não te amo ainda.
Te amo e não te amo como se tivesse
em minhas mãos as chaves da fortuna
e um incerto destino desafortunado.
Meu amor tem duas vidas para amar-te.
Por isso te amo quando não te amo e
por isso te amo quando te amo
Pablo Neruda
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Ora direis ouvir/ver estrelas...
terça-feira, 23 de junho de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Ester Capítulo 8 4:6
"E estendeu o rei para Ester o cetro de ouro. Então, Ester se levantou, e se pôs em pé perante o rei, e disse: Se bem parecer ao rei, e se eu achei graça perante ele, e se este negócio é reto diante do rei, e se eu lhe agrado aos seus olhos, escreva-se que se revoguem as cartas e o intento de Hamã, filho de Hamedata, o agagita, as quais ele escreveu para lançar a perder os judeus que há em todas as províncias do rei. Por que como poderei ver o mal que sobrevirá ao meu povo? E como poderei ver a perdição da minha geração? "
"E estendeu o rei para Ester o cetro de ouro. Então, Ester se levantou, e se pôs em pé perante o rei, e disse: Se bem parecer ao rei, e se eu achei graça perante ele, e se este negócio é reto diante do rei, e se eu lhe agrado aos seus olhos, escreva-se que se revoguem as cartas e o intento de Hamã, filho de Hamedata, o agagita, as quais ele escreveu para lançar a perder os judeus que há em todas as províncias do rei. Por que como poderei ver o mal que sobrevirá ao meu povo? E como poderei ver a perdição da minha geração? "
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domingo, 21 de junho de 2009
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