sexta-feira, 31 de julho de 2009
terça-feira, 21 de julho de 2009
Possibilidades...
Sou romântica...gosto dos romances doces...
e como diz minha poetisa Wyslaia - num poema que postei aqui... porque é um dos meus favoritos - gosto de muitas outras possibilidades, algumasex-ponho outras ficam guardadas
e outras às vezes saem para passear.
Gosto do livro de Rute...gosto da saga desta mulher.
Bem e onde está o romance em Rute?
Está nos Sonhos de Deus para aquela mulher.
Eu gosto de acreditar que Boaz era um homem de caráter, um homem forte,
justo - e que ao mesmo tempo ia saber dar todo amor para Rute no fim de toda aquela improvável história...estrangeira...viuvez...parentescos...
" Salmon gerou a Boaz...Boaz gerou a Obede...Obede gerou a Jessé...Jessé gerou a Davi"
e como diz minha poetisa Wyslaia - num poema que postei aqui... porque é um dos meus favoritos - gosto de muitas outras possibilidades, algumasex-ponho outras ficam guardadas
e outras às vezes saem para passear.
Gosto do livro de Rute...gosto da saga desta mulher.
Bem e onde está o romance em Rute?
Está nos Sonhos de Deus para aquela mulher.
Eu gosto de acreditar que Boaz era um homem de caráter, um homem forte,
justo - e que ao mesmo tempo ia saber dar todo amor para Rute no fim de toda aquela improvável história...estrangeira...viuvez...parentescos...
" Salmon gerou a Boaz...Boaz gerou a Obede...Obede gerou a Jessé...Jessé gerou a Davi"
domingo, 19 de julho de 2009
Sou feito de acordes...


Gravuras: Jorge Bandeira
Sou feito de acordes
Lamento os outros
Que de pegadas são ionizados...
Hoje sou de acordes feito
Vividos ou simples projetos
Me emocionam estas pautas
Que diante dos meus olhos tremem
E se torcem em imprecisão
Hoje não apagarei nada
Será o nada
Que molhará meus acordes
Acordando-os...
(adaptado)
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Poema - Cazuza

Eu hoje tive um pesadelo
E levantei atento, a tempo
Eu acordei com medo
E procurei no escuro
Alguém com o seu carinho
E lembrei de um tempo
E levantei atento, a tempo
Eu acordei com medo
E procurei no escuro
Alguém com o seu carinho
E lembrei de um tempo
Porque o passado me traz uma lembrança
Do tempo que eu era ainda criança
E o medo era motivo de choro
Desculpa pra um abraço ou consolo
Hoje eu acordei com medo
Mas não chorei, nem reclamei abrigo
Do escuro, eu via o infinito
Sem presente, passado ou futuro
Senti um abraço forte, já não era medo
Era uma coisa sua que ficou em mim
E que não tem fim
De repente, a gente vê que perdeu
Ou está perdendo alguma coisa
Morna e ingênua que vai ficando no caminho
Que é escuro e frio, mas também bonito porque é iluminado
Pela
beleza do que aconteceu há minutos atrás
Do tempo que eu era ainda criança
E o medo era motivo de choro
Desculpa pra um abraço ou consolo
Hoje eu acordei com medo
Mas não chorei, nem reclamei abrigo
Do escuro, eu via o infinito
Sem presente, passado ou futuro
Senti um abraço forte, já não era medo
Era uma coisa sua que ficou em mim
E que não tem fim
De repente, a gente vê que perdeu
Ou está perdendo alguma coisa
Morna e ingênua que vai ficando no caminho
Que é escuro e frio, mas também bonito porque é iluminado
Pela
beleza do que aconteceu há minutos atrás domingo, 5 de julho de 2009


Distância não é ausência
Distância não é estar distante...
Distância não é tristeza nem angústia
Distância é um conceito geográfico
Distância é um conceito físico
Espaço que separa fisicamente as pessoas
Apenas isto...
A distância anula-se com um telefonema
Com ternura,
Com carinho,
A distância desaparece com o gesto,
com a intenção...
A distância separa corpos mas não separa corações
Não adoece o Sentimento
Não alimenta o desespero
Não há longe nem distância
Quando de fato se quer amar
Quando os limites não limitam
os Sentidos e os Sentimentos...
DM
sábado, 4 de julho de 2009






Sentada na escada da varanda
Vejo nossas roupas tremulando ao vento
Penso no pouco necessário à felicidade
E os varais me trazem um certo alento
O sol da manhã que aquece
O vento frio que estremece
Uma caneca de chá quentinho
E as memórias que vêm de mansinho
Olho todo este cenário
Envolta em uma paz absurda
Como se o mundo existisse aqui somente
E nada mais pudesse abalar a minha mente
Varais contam histórias
De almas por nós capturadas
Observando-os conhecemos as vidas
Cujas roupas neles estão penduradas
Há varais que mostram casas pobres
Outros cheios de cheiro de neném
Alguns são extremamente ecléticos
Uns que denunciam a profissão de alguém
Entre todos porém nenhum há
De mais triste que um varal vazio
Nele a esperança não resistirá
E esta visão me causa um calafrio
Sem deixarmos-nos vencer pelo “talvez”
Certo enfim que vivemos para amar
Certo enfim que vivemos para amar
E o que essencialmente necessitamos?
Sem sombra de dúvida – o ar.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Celular...
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